Agende sua conversa gratuita
Estou pronto para conversar agora. Agende um diagnóstico gratuito de 30 minutos, sem compromisso.
Concordo com o tratamento dos meus dados pessoais e com a política de privacidade.
Estou pronto para conversar agora. Agende um diagnóstico gratuito de 30 minutos, sem compromisso.
Concordo com o tratamento dos meus dados pessoais e com a política de privacidade.
Se você já tem um assessor ou consultor de investimentos, existe uma pergunta que vale mais do que qualquer recomendação que ele já te deu: como ele é remunerado?
A resposta a essa pergunta explica, na prática, quem ele defende quando te indica um produto.
Comissionado: o profissional recebe uma comissão da instituição financeira (banco, corretora, seguradora, gestora) sobre os produtos que vende para você. Quanto mais você investe em determinado produto, maior a comissão dele. Isso não significa má-fé — mas cria um incentivo estrutural que empurra a recomendação em uma direção específica, mesmo quando o produto não é o mais adequado para o seu objetivo.
Fee-based: o profissional é remunerado exclusivamente pelo cliente, por honorário fixo ou percentual sobre o patrimônio assessorado — nunca por comissão de instituição. Isso elimina o conflito de interesse: a recomendação não muda dependendo de qual produto paga mais para quem está te atendendo.
Não é sobre desconfiar de todo mundo que trabalha com comissão — é sobre entender a estrutura de incentivos antes de seguir qualquer recomendação. Um plano financeiro completo (orçamento, patrimônio, dívidas, investimentos, proteção, aposentadoria, tributos e sucessão) exige uma visão neutra do conjunto. Isso só é possível quando quem monta o plano não ganha mais ou menos dependendo do produto escolhido.
Antes de tomar a próxima decisão de investimento, vale a pena fazer essas quatro perguntas para quem cuida do seu dinheiro hoje.